Cartas do Jardim17 de set. de 20263 min de leitura

Antes de existir um roteiro, existe uma forma de ler o lugar.

Almor Zanchet acompanha o Rio Claro e o monitoramento da fauna há muitos anos, como parte da família Zanchet, que preserva floresta no Vale do Rio Claro desde 1986. A casa original da família ainda mantém visível a história do lugar.

Almor Zanchet junto ao fenômeno conhecido como Fogo no Rio. Foto: Acervo do Jardim da Amazônia.

Uma imagem preservada pelo Jardim registra Almor junto ao fenômeno que a comunicação do projeto chama de “Fogo no Rio”. O episódio foi mostrado pelo Domingão Aventura em 2010 e reapresentado em 2011.

Aprender a esperar

As experiências guiadas combinam roteiros organizados, apoio operacional e conhecimento local construído ao longo do tempo.

O ritmo de cada saída depende das condições do dia. Observar, respeitar o tempo do rio e reconhecer quando é preciso esperar fazem parte de uma experiência atenta ao território.

Cada saída começa com atenção ao lugar.

Uma experiência que continua viajando

Nesta semana, o Jardim participa do Adventure Travel World Summit 2026, em Québec City, apresentando o projeto a parceiros do turismo de aventura.

Estar em um encontro internacional como esse faz parte do compromisso de levar ao mundo o melhor do turismo de natureza de Mato Grosso e do Brasil, com conservação, conhecimento local e hospitalidade como base.

O Jardim segue recebendo viajantes, pesquisadores e parceiros interessados em conhecer uma experiência de natureza construída com presença e continuidade.

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