Cartas do Jardim02 de jun. de 20263 min de leitura

A vocês que caminham conosco, agências, operadores e amigos do Jardim, abrimos esta primeira carta. Antes de falar de tarifas, datas ou roteiros, queremos contar de onde viemos. Porque tudo o que oferecemos nasce daqui: de um gesto de preservação que já dura quase quatro décadas.

A Origem

A história do Jardim da Amazônia começa com a chegada da família Zanchet ao Vale do Rio Claro. Desde 1986, a família mantém áreas de floresta na propriedade; em 1997, a hospedagem passou a apoiar a continuidade desse trabalho.

A casa em estilo palafitas, construída por Almor Zanchet, foi concebida a partir de vivências no norte do Mato Grosso, nas regiões dos rios Aripuanã e Roosevelt, e da arquitetura em madeira característica da Amazônia dos anos 1980. O lodge revela uma hospitalidade discreta, autêntica e profundamente conectada à paisagem. A simplicidade intencional orienta arquitetura e interiores, permitindo que a floresta permaneça como a verdadeira protagonista da experiência.

A família que cuida do Jardim, de geração em geração.

O Legado

O legado do Jardim da Amazônia é construído a partir do tempo, da memória e do pertencimento. O mobiliário de época, cuidadosamente garimpado por Raquel e Carmelita Zanchet, preserva a história da chegada da família à região na década de 1980 e reforça a identidade silenciosa do lugar.

Hoje, projetos de conservação de longo prazo voltados à proteção de primatas e da onça-pintada aprofundam sua vocação regenerativa. Mais do que um destino, o Jardim da Amazônia é um território vivo, onde preservar é um compromisso contínuo com o futuro.

A paisagem não é cenário, é ativo protegido.

Esta é a primeira de muitas cartas. Nas próximas, abriremos as porteiras do Jardim com vocês: roteiros, temporadas de aves, novidades de tarifário e os bastidores da conservação. Seguimos juntos nesta jornada.

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